quarta-feira, 28 de setembro de 2011

8 esportes olímpicos muito esquisitos

O Comitê Olímpico Internacional está constantemente avaliando os esportes que fazem parte do quadro das Olimpíadas. Ano que vem, no Rio de Janeiro, vão acontecer 26 programas esportivos e em 2014, nas Olimpíadas de Inverno em Sóchi, na Rússia, 15 modalidades participarão.
A partir de 2016, o golfe volta a fazer parte dos Jogos Olímpicos de Verão. A última vez do esporte no evento foi em 1904, mais de 100 anos atrás. O rúgbi também entra na jogada em Londres. Perto de algumas atividades que já fizeram (ou ainda fazem) parte da programação olímpica, é de se admirar que esportes tão normais como estes tenham ficado de fora por tanto tempo. Confira a lista.


8. Pelota Basca


Xá Comigo!


Disputado em duplas, os jogadores seguram uma espécie de arco-escorregador-luva-de-baseball e jogam uma bola (a pelota) contra uma parede. É tipo “paredão” (já jogaram?), mas levado a sério. Disputada como modalidade válida nas Olimpíadas de Verão de 1900, em Paris, apenas duas duplas participaram (4 pessoas) e houve apenas um jogo. Espanha ganhou e levou medalha de ouro e França perdeu e… levou a medalha de prata.


7. Nado subaquático

Depois desse instante, você só vê o competidor quando a prova acabar
Disputado apenas uma vez nas Olimpíadas de 1900 por 14 nadadores de 4 países, cada metro nadado embaixo d’água conferia 2 pontos e cada segundo, um ponto. Como não dava pra ver os nadadores e a filmagem debaixo d’água não estava muito avançada, não foi um esporte muito divertido de se acompanhar. Talvez por iss tenha sido cortado das edições seguintes.

6. Escalada (de corda)

A competição de 1896
Imagine um monte de marmanjos subindo uma corda de 14 metros de altura usando apenas os braços e as mãos e você terá uma ideia do que foi a competição de escalada nas Olimpíadas de 1896. A modalidade, que estava entre as atividades da ginástica, foi disputada também em 1904, 1906, 1924 e 1932.

5. Cabo-de-guerra

Força, galera!


SIM, essa brincadeira tradicional do recreio, aulas de educação física e também do exército já foi esporte olímpico, de 1900 a 1920. Essa época era mesmo uma festa.
4. Marcha Atlética





Parece um monte de gente correndo apertada pra ir ao banheiro. Na marcha atlética, os competidores devem caminhar até a linha de chegada. Mas tem que ser rápido, porque o primeiro que chegar ganha. Não é corrida porque o “caminhante” deve estar tocando o solo com pelo menos um pé durante todo o percurso. Instituída em 1908, nunca deixou de ser disputada nas Olimpíadas, mas as modalidades de longa distância (10 quilômetros, por exemplo), já não existem mais na programação.


3. Biatlo

Atirar usando esquis - sem perder o estilo
Quem acha que esqui cross-country e tiro combinam deve adorar este esporte. Os competidores têm que correr por um campo de esqui (com subidas, descidas e terrenos planos) e parar em algumas estações de tiro para acertar os alvos. Deve remontar àqueles tempos em que as pessoas caçavam na neve, mas não deixa de ser bizarro. O biatlo está na lista dos Jogos Olímpicos de Inverno desde 1960.

2. Nado Sincronizado Solo

Supersincronizada.... consigo mesma

Nado sincronizado é feito para ser, bem, sincronizado entre pelo menos duas pessoas. Mas de 1984 até 1992, a modalidade solo (ou seja: só uma dançarina por vez) era disputada nas Olimpíadas de Verão.

1. Curling

"vou varrendo, vou varrendo, vou varrendo, vou varrendo..."
Este esporte olímpico de inverno consiste em varrer (sim, VARRER) um disco de granito por uma pista de gelo. Disputado oficialmente nas Olimpíadas de Inverno desde 1998, ele continua até hoje. É um dos esportes mais engraçados de se assistir, principalmente para nós, brasileiros, que não temos tradição em jogos no gelo.

Fonte: Superinteressante

Aprenda as Regras de Rugby com gostosas!



O vídeo esta em inglês, mas é extremamente útil para os machos de plantão!

Esqueçam as imagens dos bombadões jogando, aqui é diferente!

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Traduzindo os títulos dos games

Quando um filme estrangeiro chega ao Brasil normalmente recebe um nome traduzido, que muitas vezes não tem nada a ver com o original, mas felizmente os games que chegam por aqui não recebem a tradução do título, pois se recebessem teríamos que ver alguns nomes bem estranhos, como nesses exemplos:













segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Dizendo “não” à Seleção Brasileira


Muito estranho o pedido de desconvocação do jogador Mario Fernandes, recusando-se a participar da Seleção Brasileira.
Jogador jovem, dificilmente será convocado novamente, sabedores que somos dos hábitos daqueles que comandam o futebol nacional.
Confesso, fiquei no aguardo de sua manifestação, torcendo para que fosse embasada numa espécie de protesto contra a imoralidade de nosso futebol.
Doce ilusão.
Alegou problemas pessoais, sem afastar a possibilidade de poder voltar a vestir a camisa amarela.
Não convenceu.
Levando-se em consideração que o atleta já tem um histórico de fuga anterior, no próprio Grêmio, algumas possibilidades para sua tomada de decisão, tão radical, vieram à minha cabeça.
Entre elas, problemas psicológicos ou até a famosa “amarelada”.
Ou talvez a comprovação de que jogar pela Seleção Brasileira não tem mais valor algum aos jovens jogadores.
Sinal dos tempos e dos anos de má-gestão acumulados.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Só mulheres e crianças no estádio: a cartada genial do futebol turco



 Em vez de jogar em estádios vazios, como no Brasil, o Fenerbahçe da Turquia, como punição por violência da torcida, teve que disputar a primeira de três partidas só com mulheres e crianças no estádio

Amigos do blog, a decisão atribuída à federação turca de futebol, de obrigar o clube Fenerbahçe a atuar diante de uma plateia exclusivamente formada por mulheres e crianças com até 12 anos, foi uma das cartadas mais geniais já vistas na história do esporte.
O jogo, contra o Manisapor e válido pelo campeonato turco, ocorreu na terça-feira, 20, no Estádio Şükrü Saracoğlu, em Istambul, acompanhado com extrema paixão pelas 41 mil pessoas – sem incluir sequer um homem ou menino maior de 12 anos -, que lotaram o estádio e não pagaram ingresso.
O sucesso deve se repetir nas outras duas partidas que o Fenerbahçe tem que cumprir neste “regime”, por causa da invasão de alguns torcedores ao campo e agressão a jornalistas em partida pela Copa dos Campeões da Europa contra o Shakhtar Donetsk, da Ucrância.
Lição em vários sentidos
Embora faça milhares de representantes do sexo masculino que são pacíficos e adeptos do civismo pagarem o pato, a decisão da Federação dá uma lição a quem acha que violência e futebol combinam. Não houve sequer um incidente registrado no jogo de terça, que teve sua segurança a cargo de policiais mulheres.
Também mostra que é só os dirigentes terem um pouco de boa-fé que encontrarão soluções desconcertantemente criativas, ainda que simples, como esta, para combater este câncer que afeta dezenas de países no mundo. Entre os quais, claro, o Brasil, onde mortes causadas por facções organizadas -- que se dizem formadas por torcedores -- são frequentes e impunes há décadas.
“Neste país”, uma ou outra vez os times têm seus mandos de campo perdidos ou são obrigados a jogar sem torcida, o que não acaba com o problema e é uma derrota para todo mundo: clubes, torcedores comuns, patrocinadores, TV. O “jogo sem torcida”, aliás, era a solução inicialmente adotada pela federação turca antes do golpe de mestre: só mulheres e crianças.
Mulheres nos estádios, por favor
A medida também cala a boca dos defensores do machismo no futebol, que desrespeitam e ofendem mulheres em estádios e que acham que o lugar delas é longe dali.
O vídeo abaixo dá uma ideia do astral no estádio durante a partida. Tudo indica que a ala feminina de torcedoras do Fenerbahçe é tão ou mais louca pela esquadra amarela, branca e negra que a masculina (segundo um consultor brasileiro amigo do blog que viveu e trabalhou em Istambul, os turcos são mais fanáticos por futebol que brasileiros e argentinos juntos).
Quando o time da casa marca o seu gol, no tempo 1’45’’, o grito da plateia é ensurdecedor de uma maneira docemente inédita. Emocionante.
O Manisapor acabou empatando. Mas quem se importa?



Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/tema-livre

OS 12 CLUBES BRASILEIROS COM A MARCA MAIS VALIOSA EM 2011




Pelo terceiro ano consecutivo a BDO RCS publica seu estudo avaliando as marcas dos maiores clubes de futebol do Brasil. A método de trabalho na escolha e análise dos clubes foi a mesma das outras edições, com a utilização de dados financeiros, sondagens junto dos adeptos, informações de marketing de cada clube e dados económicos e sociais dos brasileiros. Desta forma foram identificados quais os clubes detentores das marcas mais valiosas do futebol brasileiro.
Os clubes que mais cresceram em valor gerado para as suas marcas entre 2004 e 2011 foram: Corinthians com evolução de R$ 581 milhões, Flamengo R$ 366,7 milhões, São Paulo R$ 324,3 milhões, Palmeiras R$ 244,5 milhões, Internacional R$ 195,7 milhões e Grêmio R$ 157,4 milhões. Esses seis clubes foram responsáveis por 79% dos R$ 2,3 bilhões de evolução do valor de marca registado pelos maiores clubes brasileiros entre 2004 e 2011.

OS CLUBES BRASILEIROS COM AS MARCAS MAIS VALIOSAS (VALORES EM R$ MILHÕES)

POS2011VALORVAR %2010VALOR
1CorinthiansR$ 867,016%CorinthiansR$ 749,0
2Flamengo (+1)R$ 689,510%São PauloR$ 659,8
3São Paulo (-1)R$ 664,21%FlamengoR$ 625,3
4PalmeirasR$ 452,92%PalmeirasR$ 444,1
5InternacionalR$ 277,93%InternacionalR$ 268,7
6Santos (+2)R$ 227,949%GrêmioR$ 222,8
7Grêmio (-1)R$ 224,61%Vasco da GamaR$ 156,5
8Vasco da Gama (-1)R$ 162,58%SantosR$ 153,3
9CruzeiroR$ 151,38%CruzeiroR$ 139,6
10Atlético MineiroR$ 150,536%Atlético MineiroR$ 110,3
11FluminenseR$ 135,730%FluminenseR$ 104,2
12BotafogoR$ 90,71%BotafogoR$ 89,9
A liderança do ranking das marcas mais valiosas do futebol brasileiro apresentou alterações nesses últimos anos. O Corinthians, que figurou em segundo no ranking de 2009 e terceiro em 2004, liderou o ranking de 2010 e de 2011. O Flamengo que foi líder em 2009, e que tinha perdido duas posições e figurou em terceiro no ano passado, ganhou uma posição e ficou na segunda posição nesse ano. Já o São Paulo que estava em terceiro lugar em 2009 e liderou o ranking em 2004 e tinha assumido a segunda posição no ano passado, caiu para a terceira posição em 2011.
O Palmeiras se manteve na quarta posição em 2010, o mesmo de 2009 e 2004. No quinto lugar ficou o Internacional, mesma posição dos últimos anos. Já o sexto lugar sofreu alteração, com a subida de duas posições do Santos, que passou o Vasco da Gama e o Grêmio. A sétima posição ficou com o Grêmio, seguido do Vasco da Gama, que caiu uma posição, em virtude do crescimento o Cruzeiro ficou na nona posição, seguido cada vez mais de perto por seu rival, Atlético-MG. Na sequência ficou o Fluminense seguido pelo Botafogo, a mesma posição do estudo de 2010.

NOTAS

(1) O estudo seguiu uma rigorosa métrica que inclui 18 diferentes variáveis entre dados financeiros históricos dos clubes, informações publicadas em pesquisas com os torcedores, dados de marketing desportivo, hábitos de consumo dos torcedores e dados sociais e económicos do mercado em que actuam os clubes analisados. 
(2) As informações financeiras utilizadas foram extraídas das demonstrações contáveis dos clubes entre 2003 e 2010 e não foram considerados os recursos com transferências de atletas. As receitas directamente relacionadas ao cálculo do valor da marca foram consolidadas em quatro macro receitas: marketing, estádio, sócios e media. 

(3) Os dados de pesquisa e outras informações foram utilizados de acordo com a evolução dos estudos realizados, até suas edições mais recentes. As projecções dos cenários futuros dos clubes, a fim de valorar suas marcas, foram conduzidas considerando a realidade de cada entidade.